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Portal Matrix: Um Poeta metido a DJ ou um DJ metido a Poeta?Danço nas Letra e Recito nas músicas!

domingo, 12 de agosto de 2012

A Maçã





Estamos felizes? Temos o que realmente queremos?
São perguntas que nos fazemos todos os dias. Uma vida só pode ser esplêndida com liberdade, liberdade de falar,de se expressar,liberdade de pensar, liberdade de começar e desistir no meio do caminho, sem contudo nos tornarmos incompetentes ou desabilitados, liberdade para escolher ,mesmo aquilo que na visão de outrem, possa parecer ridículo, antiquado ou não convencional.
O mal maior do mundo,são as regras, elas nos tolhe a liberdade de viver, e impede de execício do nosso livre arbítrio, a regra já nasce com exceção e acabamos, por ser prisioneiros de nós mesmo.
Quem é capaz de pedir liberdade dando em troca o dobro dela?
O homem nasce livre, e se aprisiona em si mesmo,  morre prisioneiro de situações, de etiquetas, de rótulos.
As vezes achamos que somos os melhores, por realizar algo. As vezes achamos que damos o melhor de nós para os outros. Agirmos sempre com as melhores intenções, mas quando este cuidado é extremo, nos torna possessivos em relação as outras pessoas, lhes oprimindo, por excesso de  amor,de ciúmes e de cuidados, cai por terra as intenções bondosa e nos fazem egoístas, passamos a querer viver a vida dos que nos rodeiam.
Todos os dias violamos a liberdade de alguém,seja consciente ou inconscientemente, na maioria dos casos.
O olhar mais apurado de nós mesmo, podemos observar estes vícios de comportamentos convencionais e anti libertadores, que ofuscam a felicidade plena. Estamos tão preocupados com que os outros vão dizer sobre isto ou aquilo. que não notamos que sequestramos a liberdade dos outros ou somos sequestrado da nossa própria.
Deus criou o homem livre, Como bem definiu o apostolo Paulo sobre a letra e o espírito “A Letra (lei) mata” ,porque ela te mostra o erro,mas não lhe dar condição de transformar-se, “ O espírito vivifica” porque nos torna livres para as experiências, e nos aponta, que não podemos cumprir a lei. Assim nos dá conscientemente o direito para escolher, entre sermos cativos pela lei ou livre pelo espírito. Em suma, é um poder transformador, onde o bem maior à ser tutelado é liberdade no mais amplo sentido. Aprendemos mais com os erros do que com os acertos. Pensem nisto! Por @PortalMatrix
                                               


Rau Seixas - Música a maçã


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