Estamos felizes?
Temos o que realmente queremos?
São perguntas que
nos fazemos todos os dias. Uma vida só pode ser esplêndida com
liberdade, liberdade de falar,de se expressar,liberdade de pensar, liberdade de começar e desistir no meio do caminho, sem contudo nos
tornarmos incompetentes ou desabilitados, liberdade para escolher
,mesmo aquilo que na visão de outrem, possa parecer ridículo,
antiquado ou não convencional.
O mal maior do
mundo,são as regras, elas nos tolhe a liberdade de viver, e impede
de execício do nosso livre arbítrio, a regra já nasce com exceção
e acabamos, por ser prisioneiros de nós mesmo.
Quem é capaz de
pedir liberdade dando em troca o dobro dela?
O homem nasce livre,
e se aprisiona em si mesmo, morre prisioneiro de situações, de
etiquetas, de rótulos.
As vezes
achamos que somos os melhores, por realizar algo. As vezes achamos que
damos o melhor de nós para os outros. Agirmos sempre com as melhores intenções, mas quando este cuidado é extremo, nos torna
possessivos em relação as outras pessoas, lhes oprimindo, por
excesso de amor,de ciúmes e de cuidados, cai por terra as
intenções bondosa e nos fazem egoístas, passamos a querer viver a
vida dos que nos rodeiam.
Todos os dias
violamos a liberdade de alguém,seja consciente ou inconscientemente,
na maioria dos casos.
O olhar mais
apurado de nós mesmo, podemos observar estes vícios de
comportamentos convencionais e anti libertadores, que ofuscam a
felicidade plena. Estamos tão preocupados com que os outros vão
dizer sobre isto ou aquilo. que não notamos que sequestramos a
liberdade dos outros ou somos sequestrado da nossa própria.
Deus criou o
homem livre, Como bem definiu o apostolo Paulo sobre a letra e o
espírito “A Letra (lei) mata” ,porque ela te mostra o erro,mas
não lhe dar condição de transformar-se, “ O espírito
vivifica” porque nos torna livres para as experiências, e nos
aponta, que não podemos cumprir a lei. Assim nos dá
conscientemente o direito para escolher, entre sermos cativos pela
lei ou livre pelo espírito. Em suma, é um poder transformador, onde
o bem maior à ser tutelado é liberdade no mais amplo sentido.
Aprendemos mais com os erros do que com os acertos. Pensem nisto! Por @PortalMatrix
Rau Seixas - Música a maçã

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